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Sumasa explica corte de árvores em Guarabira

Secretaria assegura que será feita a reposição das árvores cortadas

Prefeitura de Guarabira realizou o corte de várias árvores na Praça da Estação. Fato foi denunciado por vereador (Foto: Assessoria/Renato Meireles)
Guarabira (PB) - A Secretaria de Urbanismo, Meio Ambiente e Saneamento de Guarabira emitiu um laudo técnico esclarecendo sobre a poda de 12 árvores da espécie Eucalyptus spp , medindo entre 9 e 10 metros de altura, localizadas no Parque da Estação Dona Ló, ocorrida nos dias 17 e 18, em razão de riscos iminentes para a segurança das pessoas que frequentam o ambiente.

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De acordo com os técnicos da SUMASA, depois de inspeção realizada se “constatou que os eucaliptos na área apresentavam elevado risco de queda, devido aos seguintes fatores combinados:

Inclinação excessiva das árvores, agravada pela fragilidade do solo arenoso, tornando-as instáveis; presença de cupins comprometendo a resistência da madeira, aumentando a chance de quebra de galhos ou queda total; e altura elevada, com copas desproporcionalmente pesadas para o suporte radicular, principalmente em solo instável”.

A medida adotada de forma preventiva, atendeu a critérios, levando-se em consideração que a permanência das áreas nas condições em que estavam, em “área de risco, próximo a vias públicas, residências e ao parque da estação, colocando em iminente perigo a população local e aos frequentadores do parque da estação”, aponta o laudo.

“O corte dos eucaliptos foi necessário e justificado para evitar acidentes e prejuízos ambientais. Além disso, o risco de queda iminente, associado à fragilidade do solo arenoso característico do local, representava iminente ameaça à segurança da população e à infraestrutura local”, destaca.

A Secretaria assegurou que será feito em muito breve a reposição das árvores que precisaram ser retiradas com plantio de árvores nativas na mesma área do Parque da Estação, além do monitoramento permanente dos Eucalyptus existentes.

“Será feito um plantio compensatório com espécies nativas, mais adequadas à estabilização do solo e ao equilíbrio ambiental da área, ademais, contribuindo para a biodiversidade local e monitoramento contínuo dos exemplares remanescente na localidade, com a finalidade de evitar futuros riscos estruturais”, ressalta a SUMASA.

Fonte: Portal25Horas
Em 19 de março de 2025
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